Você sabe qual é a origem geográfica do vegetal que come?

Boa parte dos vegetais que são produzidos no Brasil não são originais daqui!

Mesmo o Brasil tendo a maior biodiversidade do mundo, com 55 mil espécies de plantas descritas, correspondendo a aproximadamente 22% das 250 mil reconhecidas no planeta, a maioria das frutas, hortaliças, grãos, temperos e chás que são produzidos no seu território não são nativos.

Nem mesmo os queridinhos do brasileiro como Banana, Coco e até mesmo nosso tão tradicional Café tem origem por estes pagos. São plantas domesticadas cujo ancestral selvagem pertence a outros países. Estas plantas foram retiradas de seu ambiente nativo e cultivadas em diversas regiões do planeta assim como inúmeras outras.

No mapa apresentado pelo International Center for Tropical Agriculture, podemos ter uma ampla ideia da quantidade de vegetais exóticos que comemos no diariamente.

origin-species-world-mapO Quintal Urbano é um profundo apreciador da gastronomia internacional, sobretudo quando o assunto é alimentação saudável. Explorar sabores, aromas, cores e texturas ao nosso prato e horta nos proporcionam sensações incríveis. Porém boa parte dessa experiência pode ser concebida a partir de produtos de origem geográfica local e garantimos pra você, o Brasil tem muita coisa boa!

Do tradicional Pinhão nativo do Sul ao Açaí nativo do Norte, daqui também tem origem o Abacaxi, Mamão, Moranga, Erva Mate, Aipim, Batata Doce, algumas Pimentas entre outros vegetais incríveis, costumeiramente comercializados que podem nos proporcionar saúde, sabores e aromas fantásticos. Porém ainda há outros pouco conhecidos, são as chamadas PANCs Plantas Alimentícias Não Convencionais. Podemos citar a Taioba, Beldroega, Dente de Leão e inúmeras outras que por vezes nascem no “matinho” da calçada e nem se quer as percebemos ali.

Em algumas semanas aqui no nosso blog, teremos uma postagem todinha pra elas, com dicas de cultivo, alimentação e curiosidades.

Os caminhos percorridos por nossa espécie ao longo da evolução biológica permitem uma ampla diversidade de possibilidades alimentícias, o que precisamos, é de um pouquinho de conhecimento e um montão de curiosidade, para sairmos do tradicional e explorarmos todo esse mundo de sabores que há em nossa volta.

Atreva-se, descubra, experimente novos sabores, saia da caixa e bons cultivos!

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Uma reflexão sobre consumo e biodiversidade.

A forma como nossa sociedade consome afeta diretamente a biodiversidade, o meio ambiente e logo, as nossas vidas. No texto dessa semana iremos propor pequenas reflexões que podem fazer toda a diferença na hora em que compramos as coisas.

Pequenas reflexões, mas gigantescas atitudes que quando tomadas pela grande massa podem inclusive mudar o destino da humanidade frente a preservação da vida. rob-mulally-123849Sabemos que a relação da nossa espécie com o meio onde habita e os demais seres vivos é muito antiga. Também é antiga a utilização dos recursos naturais que este meio nos prove. Extraímos matéria prima para desenvolver os mais variados produtos a partir dele, seja diretamente da biodiversidade ou dos recursos minerais que constituem o próprio planeta.

Esse tipo de comportamento coloca nossa espécie como uma das principais causas da sexta grande extinção em massa dos últimos 600 milhões de anos. Pois, a perda de biodiversidade decorrente das atividades humanas configura-se, hoje, no que provavelmente seja o mais severo de todos os eventos dessa magnitude.

Mais intenso até do que aquele famoso, que extinguiu os dinossauros com a queda do tal meteoro!

O conhecimento sobre a biota ampliou-se consideravelmente na medida em que o ser humano desenvolveu tecnologias e se tornou capaz de atingir os ambientes mais remotos do planeta, que vão do topo de montanhas à regiões abissais nos oceanos. O paradoxal é que ao passo em que uma fração da biodiversidade vai sendo desvendada, como nesses ambientes antes desconhecidos, uma quantidade inestimável vai sendo perdida, antes mesmo de se tornar conhecida.

O comportamento humano em relação aos demais seres vivos o coloca no topo de uma pirâmide hierárquica de poder. Deixando assim de se colocar e reconhecer como parte de um todo amplo e complexo.

A agroecologia nos ensina que a vida é um conjunto de teias complexas nas quais as substâncias essenciais para qualquer ser vivo transitam em ciclos, como por exemplo, passando das plantas para os animais e destes para o esterco, para as bactérias do solo e de volta às plantas, que serão novamente alimento dos animais. Denominamos a transferência destes recursos de fluxo de energia.

Assim, quando um determinado grupo exaure determinados recursos, quando o fluxo de energia natural é prejudicado, prejudicando os demais grupos, ou até mesmo o seu próprio grupo, entende-se que o ambiente está em desequilíbrio, podendo prejudicar a vida naquele ecossistema.

As atitudes humanas  são dotadas de um peso regrado pela sua própria autonomia, repensa-las se torna fundamental para nosso desenvolvimento neste planeta.

É justamente neste repensar, que questões importantes surgem. Sobretudo as que indagam a forma como consumimos as coisas, dos alimentos às roupas, aos aparelhos eletrônicos, aos objetos decorativos de nossa casa. Seja lá o que for tudo possui uma matéria prima que em algum momento foi parte de algum ecossistema. Além disso, absolutamente tudo, na visão cíclica da vida, mais cedo ou mais tarde retornará a algum ecossistema.

O Quintal Urbano provoca você a fazer uma reflexão sempre que for comprar alguma coisa, perguntando-se:

  • Você realmente precisa disso?
  • Você pode pagar por isso?
  • Você sabe a origem desse produto e para onde ele vai depois?
  • Você acha que essa compra pode prejudicar outras pessoas?
  • Você acha que essa compra pode prejudicar o planeta?

Obtendo essas respostas você poderá concluir se vale à pena ou não adquirir o produto que tem interesse. Aí, é só tomar a decisão que lhe deixará em maior conforto com a sua própria consciência.

Espero que seja aquela que mantenha o mundo repleto de Figueiras, Borboletas, Ipês, Sabiás, Jacarandás, Minhocas, Margaridas e Grilos! Repleto de vida!

Consuma com amor e bons cultivos!

Alternativas ecológicas para a produção de alimentos.

Você conhece as principais alternativas para produzirmos alimentos saudáveis e ecologicamente viáveis?eddie-kopp-268600

É crescente na sociedade a legião de pessoas que se preocupa com a forma como são produzidos os alimentos que estão sobre a mesa. Além disso, também aumenta o número de pessoas que desenvolve espaços para a produção de seus próprios vegetais alimentícios. Seja em um pequeno sítio ou chácara, até mesmo em casas, apartamentos, condomínios ou áreas públicas como praças e parques. Está surgindo uma nova conexão das pessoas com a comida e logo, com os ambientes e elementos naturais de onde ela vem.

Produzir em casa alguns dos vegetais para seu próprio consumo, de sua família ou comunidade, é talvez, uma das principais alternativas para a construção de um mundo mais saudável tanto humanamente como ambientalmente, e, de uma sociedade que se considere parte fundamental e não apenas mera observadora de uma natureza distante e desconhecida.

Pois complexidade nem sempre é sinônimo de vantagem, encontrar em simples ações como plantar, cultivar, colher e comer hábitos essenciais para a construção de uma vida integral, conectada à natureza e principalmente feliz é uma busca que muitos já fazem. Assim, é importante compreender como funcionam algumas das técnicas para que este processo aconteça da melhor forma possível.

É comum escutarmos falar, seja na televisão, nas redes sociais ou até mesmo em conversas com amigos termos como Agroecologia, Biodinâmica, Agricultura Orgânica, Permacultura, Agrofloresta. Porém, muitas vezes não fazemos ideia do que se trata! Ou que pelo menos exista alguma diferença entre eles.

Sabemos apenas que são técnicas e formas alternativas e ecológicas para produção de alimentos.

A Agroecologia, por exemplo, é considerada uma ciência que leva à junção as mais variadas fontes de estudo, sendo assim multidisciplinar, busca conhecer o funcionamento de agroecossistemas levando em consideração a visão ecológica de produção e vivência. A expressão “agroecologia” possui diferentes conotações, todavia adotamos a que à defini como “um campo de estudo dos agroecossistemas que integra conhecimentos agrônomos, ecológicos, econômicos e sociológicos para a produção de vegetais alimentícios”.

A Agricultura Biodinâmica por sua vez, insere uma questão ético espiritual com o solo, as plantas, os animais e tudo que envolva a agricultura em si. Tecnicamente, o que talvez seja o principal diferencial em relação às demais práticas é o uso de compostos naturais a partir de substâncias altamente diluídas de origem vegetal, mineral e animal. Fomentando forças para revitalizar e instigar o crescimento dos vegetais. Além disso, ela considera a efetuação das práticas agrícolas de acordo com o calendário astral, fugindo de princípios apenas científicos.

Já a Agricultura Orgânica tem por definição, sobretudo, a não utilização de substâncias que afetem negativamente a saúde do ser humano e do meio ambiente, como os fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e sementes transgênicas. E, ao pé da letra, não engloba necessariamente todos os pontos levantados nas demais técnicas. Direciona-se efetivamente a anulação de tais compostos químicos, utilizando apenas recursos orgânicos.

A Permacultura é um sistema holístico para a manutenção e criação de ambientes humanos autossustentáveis e produtivos em conformidade com o meio ambiente, socialmente justos e viáveis financeiramente. Leva em conta não somente técnicas de cultivo de vegetais, mas também de habitação, geração de energia, convívio social e economia. A palavra é formada da combinação dos termos “permanente” e “agricultura”, embora transborde para questões mais amplas.

Por fim o termo Agrofloresta é definido como aquele que usa e ocupa o solo por meio da inserção de plantas lenhosas perenes associadas a plantas herbáceas, arbustivas, arbóreas, cultivos agrícolas e forrageiras numa mesma área, com especificidades espaciais e temporais, com grande diversidade de espécies e de interações ecológicas. Buscando desta forma a produção de alimentos em ambientes mais próximos do nativo.

Estas são apenas algumas das técnicas de produção de alimentos que buscam caminhos saudáveis seja para a saúde humana, ou dos demais seres que coabitam o planeta conosco. Refletir hábitos, repensar processos, compreender sobre os reflexos das nossas ações perante a vida são questões fundamentais para o desenvolvimento pleno da nossa sociedade.

Esperamos que sabendo da existência de tais alternativas e possibilidades, você possa também optar por aquelas que permitam a você cultivar uma vida feliz e saudável.

Bons cultivos!

Cultivando Hortelã, do semeio á colheita.

Aprenda a cultivar sua Hortelã e tenha um verão refrescante!

Sabe aquele amigo espaçoso que mesmo dentro de um fusquinha lotado parece que está super confortável todo espalhado assistindo TV no sofá de casa? Ou aquele outro que durante uma refeição come com os braços abertos dando cotoveladas em quem estiver ao seu lado?

Pois é, pode apelidá-lo de “Amigo Hortelã”!

A Hortelã toma conta de todos os espaços da sua horta, com um sistema de raízes super eficiente, ela consegue se desenvolver por baixo do solo e brotar ramos em pontos bem distantes de onde você plantou. É por isso que a primeira dica para você ter uma horta linda e não deixar que sua Hortelã compre briga com mais ninguém no canteiro é justamente sobre o local de plantio.

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Você deve dar espaço a nossa amiga e plantá-la isoladamente de outras plantas ou caso você tenha bastante espaço, plante-a bem distante das demais. Assim, você permite tanto a ela, como a outras, recursos hídricos e nutricionais sem que ocorra competição.

Outra dica importante é  cultivar Hortelã a partir de mudas, pois cultivá-la desde a semente é um pouco difícil, sobretudo quando comparando com outras plantas. Contudo, tanto o plantio por semeio, como por mudas pode ser feito o ano todo.

Caso opte pela muda, uma forma bem fácil de obtê-la é arrancando um pequeno ramo (galho com folhas) e deixando o caule submerso à água, dentro de um copo por exemplo, por alguns dias. Você observará que pequenas raízes irão surgir na parte submersa, quando isso acontecer você poderá passá-la ao solo.

Cuide apenas para que durante o período no copo as folhas não fiquem em contato direto com a água. Além disso, escolha um copo que não seja transparente, pois a ausência de luz nessa região ajuda no processo.

Já quando for passá-la para o solo, para um vaso ou diretamente no solo, encontre um ambiente que tenha bastante incidência de luz solar, o ideal é que tenha pelo menos 6 horas diárias. Porém, caso a temperatura esteja muito quente, você utilize deve pensar em usar algo que faça sombra, mas que permita a passagem de luz sem o excesso de calor(como um sombrite).

A rega deve ser frequente, procure manter o solo sempre úmido, mas sem formar poças. É ideal que em dias frescos você regue pelo menos dia sim dia não, e diariamente em dias mais quentes. Busque regar em momentos que não aja sol direto nas folhas sempre cedo da manhã, fim de tarde ou noite.

Caso você não a consuma com muita frequência é importante que realize podas periódicas. Utilize uma tesoura apropriada e desbaste os ramos maiores, desta forma você estimulará o crescimento da sua planta obtendo folhas mais largas e com aroma mais intenso. Inclusive, estes ramos removidos podem originar novas mudas para presentear pessoas queridas ou ampliar a sua própria horta!

Essas foram nossas dicas para o cultivo de Hortelã, caso tenha alguma duvida não hesite em nos procurar, ficaremos felizes em ajudar!

Que você tenha um verão refrescado pela Hortelã e bons cultivos!

A Cultivar de dezembro promete refrescar o seu verão!

Basta passar a mão e pronto! Terá na sua palma o perfume mais refrescante da horta.

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Com aroma inconfundível a Hortelã tem o poder de transformar calor em frescor.

Erva nativa de regiões temperadas da bacia do Mediterrâneo e Ásia ocidental a Hortelã pertence ao Gênero Mentha e é conhecida por seu aroma muito refrescante. Esta plantinha tem esta fantástica característica por possuir uma substancia chamada de Mentol. Famosa nos cremes dentais ela tem a capacidade de estimular os “nervos de frio” do nosso corpo e logo, causar tal sensação.

É como se nosso cérebro interpretasse que a temperatura do ambiente está baixando!

Dos vários tipos de hortelãs aclimatadas no Brasil, todas são originárias da Europa e atualmente encontram-se em todos os Estado do nosso país.

Famosa na gastronomia mundial pelo seu sabor intenso em pratos como o árabe Tabule ou acompanhando um belo Pernil de Porco é também conhecida por seus princípios medicinais, sobretudo no poder digestivo. Nada mal para quem preferiu a opção do Pernil né?

No entanto o que poucas pessoas sabem é que a Hortelã é uma poderosa repelente de insetos. Podendo ser usada tanto na sua horta para afugentar predadores como dentro de casa no combate a mosquitos e moscas.

Conta a mitologia Grega que Hades, deus do submundo, casado com Perséfone, tinha como amante a ninfa Mentha, até que Demeter, mãe da ciumenta Perséfone, descobre o caso e conta para a filha. Esta teria surrado Mentha ao ponto dela desintegrar-se, e de seus restos a deusa teria criado a planta Menta parente próxima da Hortelã.

Coincidência ou não com o tal barraco que acabou na surra da coitada da deusa, as plantas deste grupo também possuem um forte poder cicatrizante, ao serem maceradas e em forma de pasta utilizadas diretamente sobre feridas e machucados. Esperamos que dessa dica, você nunca precise!

Porém, se você quiser saber mais coisas sobre a Hortelã e continuar refrescando seu verão como dicas de cultivo, receitas e curiosidades super legais fique ligado no nosso blog que nas próximas semanas tem mais.

Bons cultivos!

Aprenda a fazer um delicioso e saudável Ketchup!

Você já se perguntou como é feito um molho Ketchup? Ou quais ingredientes vão nele além do Tomate?

Infelizmente, se ldennis-klein-129931ermos a maioria dos rótulos dos Ketchups que compramos nos supermercados veremos duas palavras que não são muito bem explicadas ali, os condimentos e conservantes. Elas fazem referência a uma série de compostos químicos sintéticos ou em outras palavras não encontrados na natureza.

Dessa forma, aquelas letrinhas e números esquisitos (INS321, INS211 ou INS621) que mais se parecem com nomes de robôs de filmes de ficção científica e se tornam um grande mistério para a maioria das pessoas, nada mais são do que aditivos artificiais usados para não permitir a manifestação de microrganismos, melhorar a aparência, sabor, textura, etc…

A ciência ainda não definiu muito bem se estas substancias podem fazer algum mal ou estarem associadas a certas doenças. Porém, o que se sabe com certeza é que bem elas não fazem!

Agora me responda uma coisa, se você tiver a opção de consumir algo muito saboroso, com uma aparência fantástica, com a certeza de estar beneficiando a sua saúde e conhecendo todos os ingredientes que está ingerindo, você ainda daria preferência por algo tão desconhecido e duvidoso?

Pensando nisso e lembrando que na semana passada o blog do Quintal Urbano passou dicas certeiras para você cultivar lindos tomates, voltamos nessa semana para propor que você viva sua experiência de cultivo produzindo o seu próprio Ketchup!

Saudável, muito mais saboroso do que aqueles comprados e com a alegria de bons momentos que o ato de cozinhar pode trazer.

Para isso você precisará de:

  • 1,5 kg de tomate de preferência o tipo Italiano e bem maduro
  • 1 cebola
  • 3 dentes de alho
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (chá) de semente de cominho moída
  • 1 colher (chá) de semente de erva-doce
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pitada de cravo-da-índia em pó
  • 3 colheres (chá) de sal
  • ½ xícara (chá) de água
  • ½ xícara (chá) de vinagre de vinho branco
  • ½ xícara (chá) de açúcar mascavo

Após reunir todos os ingredientes, retire a casaca e sementes dos tomates e pique-os. Pique também a cebola e os dentes de alho e refogue-os no azeite até dourarem. Acrescente o semente de cominho moída, a erva-doce, o gengibre, o cravo-da-índia e o sal. Introduza os tomates e a água, misture e deixe cozinhar por mais 20 minutos em fogo baixo ou até reduzir pela metade.

Passando isso, coloque tudo no liquidificador e bata até o molho ficar bem liso. Retorne-o para a panela, coloque o açúcar e o vinagre. Quando ferver baixe bem o fogo deixando cozinhar por mais 10 minutos e mexendo de vez em quando. Ao fim, deixe esfriar em temperatura ambiente, depois passe para geladeira num recipiente esterilizado.

Agora é só degustar o seu delicioso molho Ketchup!

Cozinhar é um ato de amor, liberdade e felicidade. Aproveite bons momentos na cozinha se divertindo e cuidando das pessoas que você mais ama, lembrando que uma delas sempre será você mesmo!

Bons cultivos!